sexta-feira, 28 de julho de 2017
quinta-feira, 27 de julho de 2017
A economia e a galinha
Plinio Corrêa de
Oliveira, 25 de Julho de
2017
Sair da
prisão e viver em liberdade
Os media vêm
tratando das dificuldades que há em passar da economia comunista para a
economia privada nos países que estavam submetidos à tirania da URSS. Como o
público comum não está habituado aos assuntos económicos, não entende qual é a
razão de tais dificuldades. Porque a volta à normalidade traz um pouco de
incómodo, mas pode-se, em pouco tempo e com algum esforço retornar a ela, e a
vida continua.
Não me levem a mal o prosaísmo da
comparação que vou fazer. Quando eu era menino, viajava-se muito de comboio e
pouco de automóvel. Quando se chegava a uma estação, via mercadorias serem
retiradas do vagão das cargas. Muitas vezes observava descerem jacás com
galinhas — eram uns cestos grandes que se usava para transportá-las.
Depois, as galinhas às vezes eram
levadas para minha casa e soltas no galinheiro. De vez em quando ia observar o
galinheiro. De maneira que ainda conservo a noção das reacções das galinhas
saídas do jacá para o período da normalidade dentro do galinheiro. Eu seria
capaz, se soubesse desenhar, de traçar o itinerário delas presas no jacá, e
depois, colocadas em liberdade.
Em suma:
primeiramente a galinha sentia-se livre e olhava um pouco à sua volta,
sentindo-se a si própria. Depois, percebia que era possível voltar à
normalidade e começava meio a andar desajeitadamente. Em pouco tempo, estava a
andar mais depressa e começava a agressão aos vermes para matar a fome. A
galinha é anti-ecológica… Em seguida, percebia onde estava a água e bebia,
fazendo — não sei por que fenómeno de deglutição — um gesto enérgico com a
cabeça. Por fim, saía a andar normalmente. Tinha escapado ao regime de prisão e
voltado para o regime de liberdade.
Porque é que a
economia de um país não se faz mais ou menos da mesma maneira? Em última
análise, para se avaliar esse assunto sob um aspecto mais sério, exemplifico
com a Hungria. O país esteve dominado pelo regime comunista durante muito tempo
e, em certo momento, começou a liberalizar a economia. Em alguns anos, a
economia húngara estava restituída à normalidade. Não foi necessário escrever
longos artigos com estatísticas… Foi a marcha natural, como a da galinha
retirada da prisão. Assim, também se pode dizer com a economia que sai do
regime socialista.
Não compreendo porque é que noutros
países que integravam a antiga URSS não se faz o mesmo. Os jornais apresentam
tais complicações funambulescas para a normalização da economia, que se fica
sem saber se vão encontrar solução. Parece-me que isso representa um desejo dos
comunistas de apresentar alguma outra nova fórmula velhaca que represente um
comunismo transformado de verme em libélula. Uma metamorfose do comunismo a fim
de enganar os ingénuos…
____________
O fim do sexo
Maria João Marques
Somos, machos e fêmeas, biologicamente diferentes. Os
cérebros funcionam de forma distinta, as hormonas não coincidem, os órgãos do
corpo não são iguais. Quem ignora isto ou é lírico ou é ignorante.
Há uns anos, quando o meu filho mais velho fazia os seus
teatros para a plateia familiar, contendo desde avós a irmão mais novo bebé,
eu, no papel de apresentadora, era incitada pelo artista circunstancial a
expressar-me da seguinte forma: «senhoras e senhores, meninas e meninos,
bebezinhas e bebezinhos, apresento-vos etc.». Ofereço-vos isto como prova A de
não ser uma cidadã decente e respeitável. Na verdade, sou uma mãe desnaturada,
que impõe a todas as minhas relações familiares (incluindo aos meus filhos)
esse pesado jugo de se identificarem com um dos dois sexos biologicamente
existentes. Foi uma pena não ter existido nenhum benemérito que se infiltrasse
nos teatros familiares e me denunciasse à Segurança Social.
Admito, claro, que uma pessoa adulta possa entender não
se definir pelo seu sexo e prefira não ter tal identificação nos seus
documentos. Evidentemente: cada um veste-se de calças ou saias, mascara-se de
spiderman, caranguejo ou centopeia, usa maquilhagem ou não, cabelo curto ou
comprido, apresenta-se socialmente com o nome próprio, muda de nome, escolhe um
pseudónimo como «lake» ou «pouf», enfim, cada um tem o direito alienável de se
apresentar como bem entende perante o mundo. A minha tolerância é tão extensa
que nem desrespeito senhoras que se vestem da cor mais enfadonha de todas, azul
marinho.
Como os adultos têm todo o direito de decidir o que fazer
à sua identidade sexual – conceito diferente de orientação sexual (homo ou
hétero), que um homem gay provavelmente tem a sua identidade sexual masculina
claríssima, e o simétrico para as lésbicas – não tenho de opinar se recusam
identificar-se com um sexo em que não se sentem incluídos. Por isso, a decisão
do prestimoso estado americano de Oregon – que já
tem felizes residentes cuja carta de condução indica sexo neutro –
não me repugna. Não é uma causa que me entusiasme, mas cada qual escolhe como
gastar o tempo. Desde que um adulto se responsabilize pelos constrangimentos
que essa falta de identificação sexual lhe traz – por exemplo, falta de alguns
cuidados de saúde diferentes entre os sexos – e que respeite as outras pessoas,
nada tenho a opor.
Em suma: um adulto apresenta-se como entende e
identifica-se como lhe aprouver. Mas se impõe aos outros as suas escolhas, o
meu mau feitio entra em acção. Não tenho de deixar de ver reconhecida a minha
identificação sexual como mulher – de que gosto – para não ferir
suscetibilidades dos não-binários, indecisos, trans, dos sexualmente fluídos,
ou o que seja. Como as luminárias do metro de Londres decidiram ao abandonarem
o inofensivo «ladies
and gentlemen». Também não quero ter homens
que se sentem mulheres usando as casas de banho femininas – tenho direito à
minha privacidade e, até, à segurança. Menos ainda aceito prescindir, e pelas
mesmas razões, de casas de banho femininas para passarem a unissexo. Ou, se
calhar, melhor, a multissexo (os sexos são como os sistemas planetários, há
muitos para descobrir no universo). Recuso que as empresas privadas sejam, para
afagar o ego a diletantes, legislativamente obrigadas a oferecerem casas de
banho para os sexos que se inventarem.
Piora quando envolve crianças, como o
bebé do Canadá de sexo «U». Se um adulto pode decidir para si o que
entender desde que não atropele direitos alheios, é, para mim, uma violentação
não informar uma criança de parte fulcral da sua identidade: o sexo. Porque a
verdade é que somos, machos e fêmeas, biologicamente diferentes. Os cérebros
funcionam de forma diferente, produzimos hormonas não coincidentes, os órgãos
do nosso corpo não são iguais, as nossas funções fisiológicas ocorrem de modos
diversos. Quem pretende que tudo isto é irrelevante, ou é lírico ou é
ignorante.
Faz parte do crescimento querermos saber quem somos.
Gostamos de conhecer as nossas raízes, as histórias de vida dos nossos pais, de
quem herdámos a cor dos olhos e o formato do queixo. É um cliché – mas
verdadeiro – afirmar, para um país, que só se entende o presente se se conhecer
o passado. As questões identitárias são, por estes dias, galopantes. Os negros.
Os sino-americanos. Os gays. Os sobreviventes de abusos e violência sexual. A
geração marcada por um evento histórico incontornável (estive alguns anos a
estudar e escrever sobre a geração que viveu a revolução cultural chinesa na
adolescência). Enfim, tudo é importante para construirmos a nossa identidade.
Menos – não se está a ver? – sabermos qual o nosso sexo.
Aos pais de uma criança compete dar balizas para os
filhos se construírem. Passar os valores dentro dos quais gostaríamos que
vivessem (no meu caso, por exemplo, não dou como comportamento aprovado a
participação em genocídios). E, obviamente, informá-los do seu sexo e o que é o
seu sexo. Para, também, mais tarde livremente se definirem como dentro do seu
sexo ou por oposição ao seu sexo.
O que se vai conseguir com
estas maluquices de privação de identificação sexual das crianças? Além de anos
em consultas de psicologia e psiquiatria, temo pela frequência da actividade
sexual das próximas gerações. É que a maioria de nós gosta de ter sexo ou só
com homens ou só com mulheres. De repente, vivermos num mundo onde não
conseguimos distinguir se o outro é do sexo que preferimos, não me parece
conducente a muitas concretizações sexuais. Quem sabe tornar-nos-emos no
Japão, onde
um terço da população adulta não tem vida sexual nem pensa ter. Então
boa vida de abstinência. Tudo em nome das palermices progressistas.
Católica faz acordo com universidade do aborto
![]() |
| Universidade Católica Portuguesa (UCP) |
Secundino Cunha, Correio da Manhã, 25
de Julho de 2017
Católicos contestam
acordo
com Universidade de Maastricht
e escrevem ao Papa.
com Universidade de Maastricht
e escrevem ao Papa.
O Vaticano decidiu analisar o
protocolo de colaboração assinado pela Universidade Católica Portuguesa (UCP)
com a Universidade de Maastricht (Holanda), para a criação de um curso de
Medicina, depois de a Congregação para a Educação Católica ter recebido uma
exposição, enviada por um grupo de católicos portugueses, em que o acordo é
fortemente criticado.
O documento, que já se encontra na
mesa de trabalho do cardeal Giuseppe Versaldi, questiona a ligação da UCP a
Maastricht, universidade conhecida pelo trabalho em áreas como o aborto e a
eutanásia. «Que garantias existem, por parte desta universidade, que não
partilha nenhum dos valores e princípios cristãos, de que o ensino ministrado
se manterá fiel ao magistério da Igreja?», questionam os católicos, que recorreram
ao Vaticano depois de não terem recebido resposta dos bispos portugueses.
O acordo com Maastricht e o anúncio
do curso de Medicina «para breve» foram revelados por Alexandre Castro Caldas,
director do Instituto de Ciências da Saúde da UCP. O CM tentou
um esclarecimento do patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente, que preside o
Conselho Superior da UCP, que remeteu para a reitora, Isabel Capeloa Gil.
O assunto deve ser abordado na
próxima assembleia plenária da Conferência Episcopal, em Novembro.
Grupo denuncia «jogos políticos»
No processo enviado para Roma, o
grupo refere que o acordo entre as universidades tem jogos políticos e ligações
à Maçonaria. Dão o exemplo de um vereador da Câmara de Cascais, entidade
que cede terrenos para o polo universitário, estar a tirar um doutoramento em
Maastricht.
«É um curso fiel aos princípios da
Igreja»
Isabel Capeloa Gil assegura, em
comunicado, que o curso de Medicina da Universidade Católica será «fiel aos
princípios da Igreja» e que o acordo com Maastricht só tem a ver com o que diz
respeito ao modelo pedagógico.
«É um projecto de Medicina que
responde e se guia por aquilo que são os princípios da Igreja relativamente à
vida, à defesa da vida, ao fim da vida e à dignidade humana», assegura a
reitora da Universidade Católica.
SAIBA MAIS
1971
é o ano em que o Estado reconhece
oficialmente a Universidade Católica Portuguesa. O decreto Humanam Eruditionem
institui a universidade, cuja missão de investigação é completada por uma
formação integral inspirada nos valores cristãos.
Maastricht, na Holanda
É uma cidade holandesa, com cerca de 120 mil habitantes. A universidade foi criada em 1976. É uma das mais recentes no país. Tem cerca de 13 mil alunos, dos quais quase metade são estrangeiros.
É uma cidade holandesa, com cerca de 120 mil habitantes. A universidade foi criada em 1976. É uma das mais recentes no país. Tem cerca de 13 mil alunos, dos quais quase metade são estrangeiros.
quarta-feira, 26 de julho de 2017
«Casamento» entre pessoas do mesmo sexo perante a ciência e a ideologia
(Resumo adaptado de um texto de António Justo
— original em http://antonio-justo.eu/?p=4411)
Um
biólogo aponta para o possível problema de padrastos
O parlamento alemão aprovou o «casamento para todos»
independentemente de os pares serem heterossexuais ou homossexuais. Em reacção ao facto, o Prof. Dr. Ulrich Kutschera, focou três aspectos:
1 — o contexto do novo casamento universal com a ideologia
do «género»;
2 — a base biológica do ser humano;
3 — e a pedofilia.
Kutschera
receia «a pedofilia subvencionada pelo Estado
e grave abuso infantil no futuro».
e grave abuso infantil no futuro».
Segundo
ele, no chamado «casamento gay» agrava-se «o problema dos padrastos», o que
constitui um risco acrescido para as crianças: um padrasto que vive em casa com
uma filha adoptiva, sem ligações genéticas, poderá ter uma maior possibilidade
de abuso, embora haja muitos padrastos bons.
Para
o biólogo, no chamado «casamentos gay» com filhos adoptivos não existe a
herança genética de imunização contra o incesto. Em casamentos, heterossexuais,
pai e mãe são em 50% parentes genéticos de seus filhos, e a consanguinidade
produz um efeito inibidor do incesto.
A
probabilidade de inclinação para pedofilia é 10 vezes maior em casos de
padrastos e de madrastas (estudo de Regnerus M 2012).
Filhos
sem pais biológicos sofrem mais de depressões e tornam-se mais frequentemente
criminosos e dependentes da assistência social.
Argumenta
ainda biologicamente o seguinte:
— «As
crianças são moldadas inteiramente pela voz da mãe biológica durante o
desenvolvimento pré-natal».
—
É «inaceitável uma troca voluntária desta importante pessoa de
referência por pessoas estranhas.»
— Na
biologia, «sexo» corresponde à reprodução
bisssexual (fertilização) enquanto para a ideologia do «género», sexo
significa «o desenvolvimento de animais sexualmente maduros».
—
A erotização infantil precoce, implementada nos programas das
escolas, é inadequada.
O lóbi
homossexualista no Estado utiliza
o poder para exercer a sua ditadura.
o poder para exercer a sua ditadura.
O
Ministro da Ciência do Hesse (Boris Rhein) insurgiu-se contra o professor
biólogo Kutschera por este defender que o «casamento para todos» aumenta o
perigo de abuso de crianças e pressionou a reitoria da universidade para
criticar o professor.
A universidade retorquiu ao ministro com o argumento da liberdade académica e da liberdade de opinião do professor mas, ao mesmo tempo, estando dependente da atribuição de fundos do Estado, distanciou-se de Kutschera.
A universidade retorquiu ao ministro com o argumento da liberdade académica e da liberdade de opinião do professor mas, ao mesmo tempo, estando dependente da atribuição de fundos do Estado, distanciou-se de Kutschera.
terça-feira, 25 de julho de 2017
Igualdade de género, ou nem por isso?
Marco
Silva
O único princípio
que trata todos por igual é o mérito e essa é a cura deste problema intemporal
– o das desigualdades de oportunidades.
No dia 23 de Junho deste ano, foi
aprovada no Parlamento a lei das quotas de género nas empresas, obrigando
empresas públicas e cotadas em bolsa a contratar mais mulheres para órgãos de
fiscalização e para os seus conselhos de administração.
Apesar da pompa e circunstância de
mais um «momento decisivo na luta das mulheres», como foi referido por
alguns «corvos» políticos, o certo é que nem um mês volvido e esse entusiasmo
desapareceu, nomeadamente porque na comissão de inquérito independente à
tragédia de Pedrogão Grande foram escolhidos 12 homens e nenhuma mulher, sem
que a maioria que tinha aprovado o diploma uns dias antes tivesse esboçado
qualquer protesto.
Por falta de mulheres competentes
não será certamente, pelo que cumpre perguntar porque se aceita o sucedido.
Será que como não é um tacho público/empresarial duradouro já não tem
importância a desigualdade? Ou será que o problema é bem diferente e não está a
ser combatido?
Curiosamente, foi do PCP que chegou
a causa mais aproximada ao real problema quando, ao votar contra a lei,
invocou: porque deixa «intacta a mais profunda das causas de discriminações e
desigualdades de que as mulheres são vítimas, a exploração da força de
trabalho». Embora a explicação do PCP não atinja o cerne do problema,
enquadra-o satisfatoriamente. As mulheres, tal como os homens, mas em menor
grau, são vítimas da não aplicação da meritocracia. Ou seja, não é pelo mérito
que existe a contratação, nem é pelo mérito que é feita a devida remuneração.
Esse modus operandi tem um nome, e não, não é machismo,
mas corrupção.
É nesta armadilha que caem grande
parte dos defensores da igualdade de género, quando erradamente identificam o
machismo como o problema e não como o sintoma que ele é, tal como o é o
racismo. Todos os actos de preterir alguém por outro motivo que não o seu
mérito devem ser tratados por igual, como actos de corrupção, e só com o
recentrar do combate será possível termos uma sociedade igualitária, não por
decreto, mas por princípio.
Até porque estes actos isolados de
«correcção» são os pilares para a perpetuação e branqueamento da corrupção.
Senão vejamos, a partir de agora nas empresas públicas teremos cinco homens e
cinco mulheres, sem que o princípio primário seja o mérito, o que permite, num
país com um elevado índice de corrupção, a colocação de cinco mulheres do
aparelho partidário do Governo ou de uma associação de poder.
Na fachada parece existir igualdade
de género, contudo, é uma falácia, porque as mulheres, tal como os homens, não
têm qualquer estatuto de igualdade perante os que pertencem aos grupos que
dominam as instituições nacionais, sejam elas públicas ou privadas. Em suma,
não são as mulheres que têm mais oportunidades no novo sistema, mas apenas as
mulheres do grupo privilegiado.
E quem fala nas mulheres fala também
nos homens preteridos por não terem cartão do partido, ou nas desigualdades de
oportunidades dentro do mesmo género, mas de raças ou orientações sexuais
diferentes. O único princípio que trata todos por igual é o mérito e essa é a
cura deste problema intemporal – o das desigualdades de oportunidades.
Dito isto, uma cultura de mérito não se cria num dia nem numa geração, mas o passo essencial para que tal ocorra é deixarmo-nos de equívocos quanto ao que está realmente em causa. Não é machismo, é corrupção, corrupção que é transversal a todos os géneros e raças. O problema não está no «homem branco», este apenas tem sido o principal prevaricador por uma questão de oportunidade temporal. O problema está em todos os seres humanos que não tenham o mérito como linha orientadora de escolha.
Dito isto, uma cultura de mérito não se cria num dia nem numa geração, mas o passo essencial para que tal ocorra é deixarmo-nos de equívocos quanto ao que está realmente em causa. Não é machismo, é corrupção, corrupção que é transversal a todos os géneros e raças. O problema não está no «homem branco», este apenas tem sido o principal prevaricador por uma questão de oportunidade temporal. O problema está em todos os seres humanos que não tenham o mérito como linha orientadora de escolha.
segunda-feira, 10 de julho de 2017
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